Se considerarmos 2 kg de carbono ou 2 kg de silício, ambos têm a mesma energia teórica pela equação E=mc: 2 kg de carbono → 1,8 × 10 17 1{,}8 \times 10^{17} 1 , 8 × 1 0 17 joules 2 kg de silício → 1,8 × 10 17 1{,}8 \times 10^{17} 1 , 8 × 1 0 17 joules Essa é a quantidade total de energia que estaria “armazenada” na massa, se fosse possível convertê-la integralmente em energia. No entanto, na prática, não conseguimos acessar essa energia com carbono ou silício. Esses elementos não participam de reações nucleares úteis em condições laboratoriais ou industriais. O carbono pode estar envolvido em ciclos de fusão dentro das estrelas, e o silício pode fundir-se em elementos mais pesados em estrelas massivas pouco antes de uma supernova, mas nada disso é viável aqui na Terra. Já elementos como urânio-235 e hidrogênio (deutério/trítio) são diferentes: • O urânio-235, em fissão nuclear, libera cerca de x joules por quilograma. Isso é uma fração pequena da energia teórica total, mas ai...